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Vasco não dá chance ao Bahia, volta à liderança e 'faz chover' em Pituaçu

Com ótima atuação de Diego Souza, que fechou o 2 a 0, time carioca é eficiente e volta a ameaçar o Tricolor com a zona da degola 

23/10/2011
Por André Casado
Salvador

 Diante de muito calor e um estádio cheio, o cenário parecia complicado para o Vasco retomar a liderança do Campeonato Brasileiro. Mas com Diego Souza inspirado e uma eficiência no sistema defensivo, o Bahia não teve chances. Felipe abriu o placar no primeiro tempo, e o camisa 10 fechou a conta em Pituaçu: um 2 a 0, que, com o empate do Corinthians com o Internacional em 1 a 1, levou a torcida cruz-maltina à loucura em Salvador, mesmo debaixo de chuva.

Globo.com

Bahia x Vasco (Pituaçu) – Série A – Brasileirão 2011

22/10/2011 - Sobreisso.com 

 No estádio de Pituaçu, em Salvador (BA), Bahia e Vasco se enfrentam pela 31° rodada do Campeonato Brasileiro 2011. O time carioca tenta se manter na cola do atual líder Corinthians. As duas equipes têm a mesma pontuação, 54 pontos, mas os paulistas ganham no desempate.

Para conseguir uma vitória diante dos baianos, o time vascaíno terá que superar a invencibilidade da equipe comandada por Joel Santana frente a times cariocas.

O time do Rio de Janeiro jogou sete vezes contra as equipes cariocas, e não perdeu nenhum destes jogos. O técnico Cristovão Borges não terá o meia Juninho Pernambucano, que está lesionado e vai desfalcar o time cruz-maltino.

A equipe do Bahia ainda busca se livrar de qualquer risco de rebaixamento, pois tem 36 pontos, e os matemáticos apontam que o número “mágico” para não cair está entre 41 e 42 pontos.

Para mais uma vitória em casa, os baianos contam com todo o apoio da fanática torcida.

Confira abaixo a provável escalação das equipes e o trio de arbitragem:


Cruzeiro faz três gols em uma mesma partida pela 14ª vez nesta temporada

Foto: Alexandre Loureiro/VIPCOMM
Da Toca II

Diogo Finelli

A goleada de 3 a 0 sobre o Vasco, na última quarta-feira, em São Januário, no Rio de Janeiro-RJ, voltou a mostrar a força do elenco do Melhor Clube Brasileiro do Século XX. Nesta temporada, o Torcedor se acostumou a ver vitórias cruzeirenses por placares dilatados. Foi assim na Copa Santander Libertadores e também no Campeonato Mineiro BMG.

Em 31 jogos disputados em 2011, o Cruzeiro venceu 20, sendo que em 13 a equipe marcou pelo menos três gols, o que corresponde a 65% das vitórias.Além disso, o time estrelado também balançou as redes adversárias três vezes na derrota de 4 a 3 para o Atlético-MG, na primeira fase do Estadual. Nos 14 jogos em que conseguiu marcar pelo menos três gols (um amistoso, oito pelo Mineiro, quatro pela Libertadores e um pelo Brasileiro), o ataque cruzeirense balançou as redes 61 vezes, com uma média superior a quatro gols por partida.

Destaque para a seqüência de quatro partidas em que o Cruzeiro marcou pelo menos três gols e obteve quatro vitórias, entre 13 e 27 de março, quando bateu Democrata-GV (7 a 0), Deportes Tolima-Col (6 a 1), Funorte (3 a 0) e |América-MG (3 a 2).
Antes de golear o Vasco por 3 a 0, a última vez em que a Raposa fez pelo menos três gols havia sido há quase dois meses. Foi no dia 1º de maio, quando bateu o América-TO por 5 a 1, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, no jogo de volta da fase semifinal do Campeonato Mineiro BMG (o jogo de ida havia terminado com a goleada de 8 a 1 do Cruzeiro, em Teófilo Otoni).

Confira os jogos em que o Cruzeiro fez pelo menos três gols em 2011:

23/01/2011 – Uberlândia 0 x 3 Cruzeiro (Parque do Sabiá, em Uberlândia, amistoso)
30/01/2011 – Cruzeiro 3 x 0 Caldense (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pelo Mineiro)
12/02/2011 – Cruzeiro 3 x 4 Atlético-MG (Arenado Jacaré, em Sete Lagoas, pelo Mineiro)
16/02/2011 – Cruzeiro 5 x 0 Estudiantes-ARG (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela Libertadores)
22/02/2011 – Cruzeiro 4 x 0 Guarani-PAR (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela Libertadores)
13/03/2011 – Cruzeiro 7 x 0 Democrata-GV (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pelo Mineiro)
16/03/2011 – Cruzeiro 6 x 1 Tolima-COL (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela Libertadores)
19/03/2011 – Cruzeiro 3 x 0 Funorte (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pelo Mineiro)
27/03/2011 – América-MG 2 x 3 Cruzeiro (Estádio do Melão, em Varginha, pelo Mineiro)
03/04/2011 – Cruzeiro 4 x 1 Guarani (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pelo Mineiro)
13/04/2011 – Estudiantes-ARG 0 x 3 Cruzeiro (Ciudad de La Plata, em Buenos Aires, pela Libertadores)
23/04/2011 – América-TO 1 x 8 Cruzeiro (Nassri Mattar, em Teófilo Otoni, pelo Mineiro)
01/05/2011 – Cruzeiro 5 x 1 América-TO (Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pelo Mineiro)
29/06/2011 – Vasco 0 x 3 Cruzeiro (São Januário, no Rio de Janeiro, pelo Brasileiro)

Fonte: Site Oficial do Cruzeiro

Prass brilha, e Vasco bate Atlético-GO no reencontro com Gusmão

Gol relâmpago de Felipe garantiu o Vasco mais três pontos no Campeonato Brasileiro
Foto: Adalberto Marques/Gazeta Press

Com uma atuação de gala de Fernando Prass, o Vasco conquistou mais três pontos importantes neste domingo. Em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, a equipe carioca foi até o Estádio Serra Dourada e derrotou o Atlético-GO por 1 a 0, no reencontro com o técnico PC Gusmão.

O gol da vitória aconteceu logo no primeiro minuto de partida. Felipe aproveitou rebote na entrada da área e chutou colocado para marcar um golaço. Porém, o destaque da partida foi o goleiro Fernando Prass, autor de pelo menos três ótimas defesas.

A partida marcou o reencontro do técnico PC Gusmão com o Vasco. O treinador salvou a equipe do rebaixamento no Campeonato Brasileiro do ano passado, mas ficou sem clima após o fraco início de Campeonato Carioca nesta temporada e foi demitido pelo presidente Roberto Dinamite.
Já garantido na próxima edição da Copa Libertadores com a conquista da Copa do Brasil, o Vasco faz boa campanha no Campeonato Brasileiro e está em quinto lugar com 11 pontos. O time goiano está na 12ª posição com sete pontos, somente dois acima da zona de rebaixamento.

As equipes voltam a campo pelo Campeonato Brasileiro no meio da semana. Na quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), o Vasco encara o Cruzeiro em São Januário. Já o Atlético-GO vai encarar o Palmeiras na quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), em São Paulo.

O jogo

O Vasco começou a partida com tudo e já desperdiçou a primeiro oportunidade com menos de um minuto. Fágner invadiu a área pela direita e finalizou. A bola desviou e saiu por cima do gol. Na cobrança de escanteio, a zaga afastou, mas Felipe pegou o rebote no entrada da área e acertou o ângulo da meta de Márcio com um chute cruzado, marcando um golaço no Serra Dourada.

O Atlético saiu em busca do empate e desperdiçou uma chance com Anselmo, mas foi Fernando Prass que evitou o gol aos 17min. Bida cobrou escanteio para Anderson cabecear e obrigar Fernando Prass a fazer excelente defesa. No rebote, Pituca chutou e a bola bateu no companheiro Marcão.

Fernando Prass voltou a trabalhar aos 22min. Em cobrança de falta, Pituca chutou forte e o arqueiro vascaíno apareceu bem, fazendo nova defesa. A resposta do Vasco aconteceu em bola na área aos 33min. Eder Luis cruzou na área, Alecsandro cabeceou com perigo e leva perigo à meta atleticana.

A equipe goiana continuou em busca do empate. Aos 39min, Adriano lançou a bola na área para Anselmo. Livre, na área, o jogador se enroscou com a bola e não conseguiu dominar, perdendo grande oportunidade. A resposta vascaína aconteceu cinco minutos depois. Eder Luis recebeu lançamento na direita, driblou o goleiro Márcio, porém, ficou sem ângulo. O jogador ainda cruzou para Alecsandro, que errou a finalização.

A partida no segundo tempo demorou para começar porque o árbitro Antônio Hora Filho, com dores no tendão de Aquiles, precisou receber atendimento. O Atlético também voltou melhor que o Vasco na etapa final, mas encontrou dificuldades para finalizar.

E quando conseguiu, o time goiano mais uma vez parou em Fernando Prass. Aos 19min, Bida arriscou de fora da área e o arqueiro vascaíno fez grande defesa ao espalmar para escanteio. Os visitantes ameaçaram na sequência. Felipe cruzou da esquerda e Diego Souza apareceu bem na primeira trave para desviar. A bola rasteiro foi no canto, mas Márcio conseguiu defender.

O Atlético-GO não desistiu de buscar o empate, mas quando Fernando Prass não parou o ataque, a trave deu um ajuda ao Vasco. Aos 28min, Rafael Cruz fez jogada pela direita e cruzou. Agenor apareceu no meio dos zagueiros do Vasco e cabeceou. O arqueiro vascaíno apenas olhou a bola explodir na trave.

A cada defesa, Fernando Prass se consolidou como o grande nome da partida. Aos 36min, Elvis, que entrou no lugar do apagado Vitor Júnior, fez um bom passe para Anselmo, que girou o corpo e finalizou para a grande defesa do camisa 1 do time carioca. No minuto seguinte, Pituca finalizou rasteiro da entrada da área e assustou Fernando Prass.

Atlético-GO 0 x 1 Vasco

Gol
Vasco: Felipe ao 1min do 1º tempo

Atlético-GO
Márcio; Adriano (Rafael Cruz), Gilson, Anderson e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Bida e Vitor Júnior (Elvis); Anselmo e Marcão (Juninho)
Técnico: PC Gusmão

Vasco
Fernando Prass; Fágner, Anderson Martins, Dedé e Marcio Careca; Rômulo, Eduardo Costa (Allan), Felipe e Diego Souza (Bernardo); Eder Luis e Alecsandro (Elton)
Técnico: Ricardo Gomes

Cartões Amarelos
Atlético-GO: Marcão
Vasco: Eder Luis

Árbitro
Antônio Hora Filho

Público
11.959 pagantes

Local
Serra Dourada, Goiânia (GO)

Terra.com

Vasco segura o Coritiba e fatura título inédito da Copa do Brasil

Festa do Vasco com a taça da Copa do Brasil: festa vascaína no Couto Pereira (Foto: Fábio Rubinato/AE/AE)


08/06/2011

Da redação

O grito de campeão que estava preso na garganta há oito anos finalmente saiu nesta quarta-feira. O Vasco, que não faturava um título desde o Carioca de 2003, perdeu o jogo para o bravo Coritiba por 3 a 2, em um “incendiado” Couto Pereira. Mas por conta da vitória de 1 a 0 em São Januário, o Gigante conquistou o título inédito da Copa do Brasil pelos gols feitos fora de casa. Agora, a próxima estação do Trem Bala é a Libertadores da América 2012.

A torcida do Vasco, a que viajou até Curitiba e a restante espalhada pelo Brasil, voltará a ver o time disputando o título sul-americano após 10 anos de espera. Depois das taças de 1948 e 1998, o Gigante vai em busca da terceira conquista continental. Mas a derrota por um gol de diferença hoje, que valeu o troféu, veio depois de muita luta em campo.

O Coritiba mostrou porque foi a sensação da temporada até agora, e a torcida Coxa Branca transformou o estádio em um caldeirão verde e branco, mas ficou a um gol do título, que seria inédito também no Alto da Glória. O time de Marcelo Oliveira, que levou um time que acaba de sair da Série B a uma final de Copa do Brasil, pressionou, mas o Vasco conseguiu segurar o adversário e sua correria.

A taça agora viaja até o Rio de Janeiro, onde o time do Vasco será recebido com trio elétrico, carreata e muita festa, que deve se estender, no mínimo, até sábado, quando o clube apresenta o ídolo Juninho Pernambucano na partida contra o Figueirense, em São Januário.

O Vasco, que tanto sentiu a falta de Éder Luis no primeiro jogo, fez valer a importância que dá ao atacante. Pelas pontas, o jogador foi a “locomotiva” do time, sempre pronto a desafogar quando os comandados de Marcelo Oliveira pressionavam. Éder deu o passe para o primeiro gol, de Alecsandro, e marcou o segundo, em falha de Edson Bastos, fazendo toda a diferença em uma das partidas mais disputas no ano. Talvez a melhor da temporada.

Bill, Davi e Willian marcaram os gols do Coxa, que saiu de campo ovacionado pela torcida, em reconhecimento da bela atuação do time. A equipe pressionou do início até o apito final, mas não chegou ao quarto gol que daria o título. Esse, vai para a sala de troféus de São Januário. Mais um para a vasta coleção vascaína.

A batalha

Depois do 1 a 0 em casa, na semana passada, o Vasco sonhava com um gol logo no início para aumentar a pressão do Coritiba, que precisava vencer para ficar com o título. E o sonho se tornou realidade aos 11 minutos de jogo. Justamente quando o Coxa dominava e jogava melhor, Éder Luis recebeu passe perfeito de Diego Souza, entrou na área e serviu Alecsandro, que só teve o trabalho de colocar para dentro. Agora, o Coritiba precisava de três...

Atrás, Marcelo Oliveira decidiu mudar ainda no primeiro tempo. O técnico desfez o esquema com três volantes, tirou Marcos Paulo e colocou Leonardo aos 28 minutos. Deu certo. A pressão do Coxa aumentou e o Vasco se limitava a trocar passes, para gastar o tempo. Mas era muito cedo.

No minuto seguinte, Bill aproveitou trapalhada da defesa do Vasco e, de cabeça, deixou tudo igual. O gol animou a torcida. No campo, o time respondeu e seguiu em cima do Vasco, cada vez mais nervoso. Até que, aos 44, Davi aproveitou rebote para virar o jogo e deixar o Coxa a um gol da taça.

Na etapa final, a história do primeiro tempo se repetiu. Coxa dominando e o Vasco tocando a bola, em busca do momento ideal para o bote. A chance não saiu num contra-ataque, mas em um lance de perseverança. Éder Luis acreditou que poderia vencer Edson Bastos de longe e ganhou, de presente, um frango do goleiro. Tudo igual aos 12 minutos e Vasco ainda mais do título.

Mas o Gigante insistiu em tocar a bola para tentar fazer o tempo passar. O Coritiba precisava de mais dois e foi atrás. Talvez mais rápido do que imaginavam os torcedores do Coxa, Willian fez um golaço, um dos mais bonitos da Copa do Brasil, e colocou o time da cada de novo na frente aos 21 minutos. Muito jogo pela frente e mais emoção.

Jogo vira "guerra"

O que era, até então, um ótimo jogo de futebol, ganhou ares épicos, digno de grandes batalhas. De um lado, um time visivelmente cansado, mas que tinha raça suficiente para segurar o placar que lhe daria o título. Do outro, a equipe da casa, empurrada pela torcida, o tempo todo no ataque.

Faltava ao Coxa, porém, conseguiu finalizar com qualidade para vencer Fernando Prass. E a cada erro no ataque coritibano, o Vasco armava um contra-ataque perigoso, sempre com Éder Luis, pronto para levar o time ao ataque – na maioria das vezes, sozinho.

No Coritiba, Marcos Aurélio, que não jogava há 45 dias, tentava fazer valer as esperanças depositadas nele. Felipe, cansado, saiu para dar lugar a Jumar. Diego Souza, em noite pouco inspirada – a não ser pelo passe no primeiro gol – também deixou o gramado para a entrada de Bernardo.

Com jogadores mais descansados, o jogo entrou em ritmo alucinante. E a cada minuto, a partida virava um ataque contra defesa. No banco de reservas do Vasco, alguns nem queriam ver o jogo.

Até que, aos 50 minutos, o árbitro acabou com o sofrimento de quase 90 minutos e o Vasco comemorou o título. Nada perto de uma espera de oito anos para gritar de novo: é campeão!

FICHA TÉCNICA

CORITIBA (3)
Edson Bastos, Jonas, Demerson, Emerson e Lucas Mendes (Eltinho, 14'/2ºT); Willian, Léo Gago (Marcos Aurélio, 15'/2ºT), Marcos Paulo (Leonardo, 28'/1ºT), Rafinha e Davi; Bill - Técnico: Marcelo Oliveira

VASCO (2)
Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Eduardo Costa, Felipe (Jumar, 33'/2T) e Diego Souza (Bernardo, 33'/2ºT); Eder Luis e Alecsandro - Técnico: Ricardo Gomes

GOLS: Alecsandro, 11'/1°T (0-1); Bill, 29'/1ºT (1-1); Davi, 44'/1ºT (1-2); Eder Luis, 12'/2ºT (2-2); Willian, 21'/2ºT (3-2)

Local: Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data/Hora: 8/6/2011 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spínola (Fifa/SP). Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Emerson Augusto de Carvalho (SP)
Cartões amarelos: Léo Gago, Bill, Leonardo (CTB); Eder Luis, Eduardo Costa, Felipe, Jumar (VAS)

eBand Esporte - Copa do Brasil

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